Seu LinkedIn parece de 2019. Sua experiência é de 2026. Enquanto isso, gente com metade do seu repertório está no radar de quem decide — porque aprendeu a se posicionar antes de você.
Esse serviço existe pra corrigir isso. Sem transformar você em influencer, sem post motivacional, sem frase de efeito. Com método, com a sua voz, e com uma lógica que trata posicionamento como ativo de negócio — porque é exatamente o que ele é.
A maioria dos executivos que me procura tem uma versão parecida da mesma história: construiu algo relevante, tem resultado na mesa, mas a presença digital é rasa — ou não existe. O mercado olha pra fora e não enxerga o que existe dentro.
Tentou postar sozinho por algumas semanas, não viu resultado, parou. A rotina do negócio engoliu a tentativa.
Contratou agência ou freelancer, recebeu texto genérico que poderia ter a assinatura de qualquer pessoa, e desistiu. Ninguém tinha entendido quem ele era antes de escrever.
Nunca priorizou — estava ocupado demais fazendo o trabalho que deveria estar comunicando. E enquanto ficava em silêncio, gente com menos repertório ocupava o espaço.
O custo desse silêncio não aparece no balanço, mas existe: o convite que foi pro concorrente que publica toda semana, o cliente que escolheu outro fornecedor porque "fulano parece mais relevante no mercado", a palestra que não veio, o advisory que não foi oferecido, o pipeline que nunca se formou porque ninguém associa seu nome ao que você domina.
Posicionamento não é vaidade. É o que faz o telefone tocar antes de você precisar ligar.
Antes de escrever qualquer coisa, eu preciso entender quem você é quando está no comando. Não quem você quer parecer — quem você é de verdade. Como pensa, como decide, o que te irrita, o que te move, qual é a tese que você defende sobre o seu mercado e por quê.
O trabalho começa com um mapeamento de perfil estratégico e comportamental. Não é exercício de autoconhecimento — é a base técnica que garante que tudo publicado com seu nome soe como você, porque nasceu de você.
Analiso estilo de liderança, drivers de motivação, forma de raciocínio e posicionamento natural. Identifico como você pensa, decide e lidera — e uso isso como fundação da comunicação. O resultado é uma narrativa feita sob medida, não sobre quem você quer parecer ser, mas sobre quem você é quando está no comando.
Defino quais temas você domina, qual tom funciona pra sua persona, quais pilares sustentam a narrativa, e qual ritmo faz sentido pra sua rotina. Cada peça de conteúdo constrói em cima da anterior em vez de existir sozinha no feed esperando like.
Textos escritos no seu tom, com copy que gera engajamento real e storytelling que conecta sua experiência ao que o mercado precisa ouvir. LinkedIn é o canal principal. Se fizer sentido pro seu contexto, expandimos pra outras plataformas.
Todo mês analiso o que funcionou, o que não funcionou, e ajusto. A narrativa evolui junto com a sua trajetória — não fica presa num briefing de três meses atrás. Refinamos tom, temas e posicionamento conforme os dados mostram o caminho.
Esse é o caminho que o projeto percorre na prática — do primeiro contato até a operação rodando.
Entrevista em profundidade comigo. Análise do seu posicionamento atual, do seu mercado e dos seus concorrentes de atenção — não necessariamente concorrentes de negócio, mas concorrentes de visibilidade. Entrego um documento chamado Mapa de Autoridade, que é a fundação de tudo que vem depois.
Defino tom de voz, pilares temáticos, estilo editorial e ritmo de publicação. Crio os primeiros conteúdos-base — as peças que plantam a bandeira e dizem pro mercado quem você é e sobre o que você fala. É aqui que a identidade editorial ganha forma.
Conteúdos entregues semanalmente, escritos no seu tom, revisados com você quando necessário. Cada peça tem uma função dentro do funil: atrair atenção de quem importa, gerar confiança, provocar conversa, ou converter em contato direto. Não é conteúdo pra alimentar algoritmo — é conteúdo com trabalho a fazer.
Análise de performance mensal. O que gerou conversa, o que gerou lead, o que gerou convite. Ajuste de narrativa e temas conforme sua autoridade vai se consolidando e novos territórios se abrem. O posicionamento não é estático — ele amadurece junto com você.
Executivos que se posicionam com método percebem mudanças concretas na forma como o mercado os enxerga — e na forma como oportunidades chegam até eles.
Palestras, aulas, mesas de debate, eventos do setor. Quem aparece com consistência é lembrado quando surge a vaga. Quem fica em silêncio não é considerado — mesmo sendo mais qualificado.
Gente que te procura já sabendo o que você faz, quanto cobra e por que vale. A conversa começa em outro patamar. Você para de explicar o que faz e começa a discutir como resolver.
Quem é percebido como autoridade não negocia preço — negocia escopo. A percepção de valor muda antes da proposta chegar. O posicionamento faz o trabalho pesado que antes dependia de reunião.
Cada peça publicada continua trabalhando pra você meses depois. Conteúdo funcional não morre em 24 horas — ele acumula, ranqueia, e traz gente nova sem custo adicional de mídia.
Isso não acontece em 15 dias. Os primeiros sinais costumam aparecer entre 60 e 90 dias. Resultados consistentes, entre 4 e 6 meses. Quem te prometer resultado em uma semana está vendendo outra coisa.
Quinze anos de operação em varejo, indústria, saúde, construção civil, educação e bens de consumo. Já sentei na cadeira de CMO, de diretor de operações, de head de e-commerce. Construí operações do zero, reestruturei o que estava travado, escalei o que já funcionava. Não estou falando de conceito — são empresas reais com faturamento real.
Escrevi um livro sobre isso — Marketing de Porão — que nasceu de uma filosofia simples: antes de acender o holofote, conserta o motor. A mesma lógica vale pra autoridade executiva. Antes de publicar, entende quem você é. Antes de escalar presença, constrói a base narrativa. Antes de querer audiência, define o que essa audiência precisa gerar de retorno pro seu negócio.
Quando escrevo pra você, não estou traduzindo suas ideias em texto bonito. Estou pensando junto. Entendo de negócio, entendo de mercado, entendo de estratégia. A narrativa que eu construo não sai de template — sai de diagnóstico real. E por isso soa diferente: porque é diferente.
A diferença entre esse serviço e um ghostwriter convencional é que o ghostwriter traduz. Eu diagnostico, estruturo e produzo. Entro na lógica do seu negócio antes de escrever a primeira linha. O resultado é conteúdo que quem te conhece lê e pensa "isso é a cara dele" — e quem não te conhece lê e quer conhecer.
Todos começam com o diagnóstico. Sem ele, não tem como construir nada que preste.
Pra quem está saindo do zero e precisa plantar a bandeira.
Pra quem já tem presença mas precisa de consistência e relevância.
Pra quem quer se consolidar como referência no setor.
Sem compromisso, sem pitch de vendas. Eu quero entender o que você faz, onde está, e se faz sentido trabalharmos juntos. Se não fizer, eu digo — prefiro perder um cliente a forçar um encaixe que não funciona.
CMO as a Service. 15 anos em marketing, e-commerce e transformação digital. Já liderou operações que faturaram R$ 15MM no primeiro ano, reestruturou empresas que cortaram budget pela metade e mantiveram resultado, e construiu operações digitais do zero que escalaram de R$ 40k/mês pra quase R$ 1MM/mês.
Autor de Marketing de Porão. Fundador da AME — Aceleradora de Marketing & E-commerce. Head of Projects & Digital Strategist na Upecom.