Um framework de diagnóstico, estruturação e execução para empresas que querem parar de improvisar no marketing e começar a operar com estrutura, dado e método.
Nasceu de 15 anos na trincheira — varejo, indústria, saúde, e-commerce, B2B, América Latina. Não é teoria. É o que eu aplico toda semana.
São problemas de estrutura, de alinhamento, de cultura, de gente, de ego. O marketing é só onde o sintoma aparece. Tratar o sintoma sem olhar pra causa é o que mantém as empresas presas no mesmo ciclo de gastar muito e colher pouco.
O Método Realidade Sem Firula nasceu dessa constatação. Depois de passar por mais de 50 empresas de portes e setores completamente diferentes, fui identificando os mesmos padrões se repetindo: marketing desconectado de vendas, relatório feito pra agradar em vez de diagnosticar, decisão baseada em feeling em vez de dado, e uma obsessão por campanha quando o problema era o sistema inteiro.
Sistematizei o que funcionava. Joguei fora o que era palco. E transformei num framework que aplico em todo projeto que entro — independente do tamanho da empresa ou do setor.
Não são fases lineares que acontecem uma vez e acabam. São camadas que se reforçam conforme o trabalho avança.
Antes de mexer em qualquer coisa, abro a operação e olho cada pedaço sem filtro. Margem por produto, CAC real, funil de verdade (não o do slide), alinhamento entre marketing e vendas, posicionamento, stack tecnológica, o que está rodando e o que está ali só ocupando espaço. Chamo de autópsia porque é isso — abrir o corpo e identificar o que matou. Sem anestesia, sem maquiar o relatório pra ninguém se sentir melhor na reunião de segunda.
Com o diagnóstico na mão, desenho a estrutura. Posicionamento, canais, metas, indicadores, processos, responsáveis. Não é um plano pra apresentar — é um blueprint pra executar. Define o que vai ser feito, por quem, até quando, e como vamos medir se funcionou.
Aqui é onde a coisa acontece: campanha com meta clara, funil com dono, CRM alimentado, reunião semanal de verdade (não aquela que todo mundo finge que presta atenção), relatório que conta a verdade em vez de agradar. O trabalho chato, repetitivo, sem glamour, que move o ponteiro milímetro por semana.
Quando o sistema começa a rodar, o trabalho muda. Não é mais construir — é refinar. Olhar os números toda semana, entender o que funcionou e o que não funcionou, ajustar, documentar, e criar a cadência que transforma esforço em previsibilidade. A empresa para de depender do próximo esforço heroico pra bater meta.
Processos e equipes estruturados pra aguentar o tranco. O marketplace mudou a comissão? O fornecedor atrasou? O CEO mudou de ideia na sexta e quer tudo diferente na segunda? Quando o sistema tem redundância e a equipe sabe o que fazer sem precisar pedir permissão pra cada passo, o imprevisto é desvio — não recomeço.
Alguns dos ambientes onde o framework foi aplicado e o que aconteceu.
Crescimento de 8x em faturamento de marketplaces em 6 meses. Mais de R$ 700k em estoque parado escoado, liberando capital de giro. O problema não era falta de produto ou demanda — era operação travada e mídia no piloto automático.
R$ 2,8MM em um dia de lançamento. Mais de 60 produtos desenvolvidos. Operação montada do zero pra escala regional, integrando marketing, logística, atendimento e lançamentos digitais.
Investimento em mídia cortado de R$ 150k para R$ 80k/mês. Volume de leads mantido. Faturamento 30% maior em meses de campanha. Reestruturei campanhas, audiências e alocação — com metade do dinheiro, a margem de erro era zero.
Empresa sem CRM, sem processo comercial, sem operação digital. Em 90 dias: CRM implantado com funis B2B e B2C, SDR estruturado, e-commerce e marketplaces organizados. Saiu do zero pra operação integrada e orientada por dados.
Loja física em queda. Estruturei a operação digital do zero, aproveitando o que o dono já tinha de melhor — conhecimento profundo do nicho e relacionamento com fornecedores. Em um ano, o digital sustentava sozinho. Fechou as lojas físicas porque não precisava mais.
O método tem uma filosofia por trás, e ela virou livro. Marketing de Porão é a sistematização de tudo que aprendi em 15 anos operando, quebrando e reconstruindo.
A tese é simples: antes de subir no palco, garante que o bastidor funciona. Antes de escalar, conserta a base. Antes de gastar em mídia, sabe pra quem e por quê.
O mercado brasileiro de marketing é viciado em holofote — campanha bonita, relatório que agrada, métrica de vaidade. O porão é o oposto disso: é onde o trabalho real acontece, sem plateia, sem aplauso, e onde a maioria das empresas deveria estar olhando antes de gastar o próximo real em anúncio.
O livro não é manual. É manifesto. E o método é a tradução prática dele.
Cada empresa chega com um problema diferente. O diagnóstico é sempre o mesmo — o que muda é por onde a gente começa e até onde vai.
Sua empresa tem time, tem budget, mas não tem direção. Eu entro como o líder de marketing que falta — com visão de negócio, não de agência. Defino estratégia, organizo a operação, cobro resultado do time e reporto pro CEO. Sem contrato CLT, sem custo de executivo fixo.
Loja no ar não é operação de e-commerce. Operação é funil funcionando, mídia com ROI positivo, CRM que recompra, marketplace que não come a margem, e logística que não trava. Eu estruturo, corrijo ou escalo — dependendo de onde você está.
O marketing da empresa virou um departamento de posts. Tem gente, tem agência, tem budget — mas não tem sistema. Eu entro pra redesenhar a área inteira: quem faz o quê, quais processos existem, o que é medido, o que precisa ser contratado, o que precisa ser cortado. Saio quando o departamento roda sozinho.
Produto físico não se lança como infoproduto. Tem estoque, tem margem, tem logística, tem ruptura. O Método CICLO é uma arquitetura de lançamento desenhada pra essa realidade — coordena comportamento de compra, gera pico controlado de demanda, e constrói base própria de clientes em vez de depender de mídia pra sempre.
Me conta o que está travado, o que já tentou, e o que espera. Em 30 minutos eu consigo te dizer se faz sentido trabalharmos juntos — e por qual frente.
CMO as a Service. 15 anos em marketing, e-commerce e transformação digital. Mais de 50 empresas atendidas — de startups a grupos consolidados, no Brasil e na América Latina. Já liderou operações que faturaram R$ 15MM no primeiro ano, reestruturou empresas que cortaram budget pela metade e mantiveram resultado, e construiu operações digitais do zero que escalaram de R$ 40k/mês pra quase R$ 1MM/mês.
Autor de Marketing de Porão. Fundador da AME — Aceleradora de Marketing & E-commerce. Head of Digital Commerce & Marketing na Maria Pia Casa.